sábado, 14 de outubro de 2017

Pink Floyd / Time



Pink Floyd 
TIME



https://www.youtube.com/watch?v=9-dZYQ5EhpA

TIME
by Pink Floyd
[Instrumental Intro]

[Verse 1: David Gilmour & Richard Wright]
Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an offhand way
Kicking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way
Tired of lying in the sunshine staying home to watch the rain
You are young and life is long and there is time to kill today
And then one day you find ten years have got behind you
No one told you when to run, you missed the starting gun

[Verse 2: David Gilmour & Richard Wright]
And you run and you run to catch up with the sun but it's sinking
Racing around to come up behind you again
The sun is the same in a relative way but you're older
Shorter of breath and one day closer to death
Every year is getting shorter, never seem to find the time
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines
Hanging on in quiet desperation is the English way
The time is gone, the song is over
Thought I'd something more to say

["Breathe" reprise: David Gilmour]
Home, home again
I like to be here when I can
And when I come home cold and tired
Its good to warm my bones beside the fire
Far away across the field
The tolling of the iron bell
Calls the faithful to their knees
To hear the softly spoken magic spells



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Quem ganhou o Nobel de Literatura no ano que você nasceu?



Quem ganhou o Nobel de Literatura no ano que você nasceu?

Se tem menos de 116 anos, descobrirá nesta lista quem ganhou o prêmio no ano em que você veio ao mundo



VERNE
6 OUT 2017 - 12:22 COT


Nesta quinta-feira, 5 de outubro, foi anunciado o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2017. As bolsas de apostas apontavam para a canadense Margaret Atwood e para o japonês Haruki Murakami, mas quem ficou com o prêmio foi o britânico, com ascendência nipônica, Kazuo Ishiguro. Desde a criação do prêmio, a Academia Sueca premiou 28 autores de língua inglesa, 14 da francesa, 13 do alemão e 11 do castelhano. O único representante da língua portuguesa é José Saramago.
Abaixo, fizemos uma lista desde 1901, ano em que a premiação começou. Assim, você pode saber sob qual influencia literária você cresceu. Para saber mais sobre os autores visite o site da premiação.
1901. Sully Prudhomme (França).
1902. Theodor Mommsen (Alemanha).
1903. Bjørnstjerne Bjørnson (Noruega).
1904. Frédéric Mistral (França) e José Echegaray (Espanha).
1905. Henryk Sienkiewicz (Polônia).
1906. Giosuè Carducci (Itália).
1907. Rudyard Kipling (Reino Unido).
1908. Rudolf Christoph Eucken (Alemanha).
1909. Selma Lagerlöf (Suécia).
1910. Paul von Heyse (Alemanha).
1911. Maurice Maeterlinck (Bélgica).
1912. Gerhart Hauptmann (Alemanha).
1913. Rabindranath Tagore (Índia).
1914. Não houve premiação.
1915. Romain Rolland (França)
1916. Verner von Heidenstam (Suécia).
1917. Karl Adolph Gjellerup (Dinamarca) e Henrik Pontoppidan (Dinamarca).
1918. Não houve premiação.
1919. Carl Spitteler (Suíça).
1920. Knut Hamsun (Noruega).
1921. Anatole France (França).
1922. Jacinto Benavente (Espanha).
1923. William Butler Yeats (Irlanda).
1924. Władysław Reymont (Polônia).
1925. George Bernard Shaw (Irlanda).
1926. Grazia Deledda (Itália)
1927. Henri Bergson (França).
1928. Sigrid Undset (Noruega).
1929. Thomas Mann (Alemanha).
1930. Sinclair Lewis (Estados Unidos).
1931. Erik Axel Karlfeldt (Suécia).
1932. John Galsworthy (Reino Unido)
1933. Ivan Bunin (nascido na Rússia, residente na França).
1934. Luigi Pirandello (Itália).
1935. Não houve premiação.
1936. Eugene Ou'Neill (Estados Unidos).
1937. Roger Martin du Gard (França).
1938. Pearl Séc. Buck (Estados Unidos)
1939. Frans Eemil Sillanpää (Finlândia).
1940. Não houve premiação.
1941. Não houve premiação.
1942. Não houve premiação.
1943. Não houve premiação.
1944. Johannes Vilhelm Jensen (Dinamarca).
1945. Gabriela Mistral (Chile).
1946. Hermann Hesse (nascido na Alemanha, residente na Suíça).
1947. André Gide (França).
1948. T. S. Eliot (nascido nos Estados Unidos, residente no Reino Unido).
1949. William Faulkner (Estados Unidos).
1950. Bertrand Russell (Reino Unido).
1951. Pär Lagerkvist (Suécia).
1952. François Mauriac (França).
1953. Winston Churchill (Reino Unido).
1954. Ernest Hemingway (Estados Unidos).
1955. Halldór Kiljan Laxness (Islândia).
1956. Juan Ramón Jiménez (Espanha).
1957. Albert Camus (França).
1958. Boris Leonidovich Pasternak (União Soviética).
1959. Salvatore Quasimodo (Itália).
1960. Saint-John Perse (França).
1961. Ivo Andrić (Nascido na Áustria, residente na Iugoslávia).
1962. John Steinbeck (Estados Unidos).
1963. Giorgos Seferis (Grécia).
1964. Jean-Paul Sartre (França).
1965. Mikhail Sholokhov (União Soviética).
1966. Shmuel Yosef Agnon (nascido na Áustria e residente em Israel) e Nelly Sachs (nascida na Alemanha e residente na Suécia).
1967. Miguel Ángel Astúrias (Guatemala).
1968. Yasunari Kawabata (Japão).
1969. Samuel Beckett (Irlanda).
1970. Aleksandr Isayevich Solzhenitsyn (União Soviética).
1971. Pablo Neruda (Chile).
1972. Heinrich Böll (Alemanha).
1973. Patrick White (nascido no Reino Unido, residente na Austrália).
1974. Eyvind Johnson (Suécia) e Harry Martinson (Suécia).
1975. Eugenio Montale (Itália).
1976. Saul Bellow (Nascido no Canadá, residente nos Estados Unidos).
1977. Vicente Aleixandre (Espanha).
1978. Isaac Bashevis Singer (nascido na Rússia, residente nos Estados Unidos).
1979. Odysseas Elytis (Grécia).
1980. Czesław Meułosz (nascido na Polônia, residente nos Estados Unidos).
1981. Elias Canetti (Bulgária).
1982. Gabriel García Márquez (Colômbia).
1983. William Golding (Reino Unido).
1984. Jaroslav Seifert (nascido na Áustria, residente na Checoslováquia).
1985. Claude Simon (França).
1986. Wole Soyinka (Nigéria).
1987. Joseph Brodsky (nascido na União Soviética, residente nos Estados Unidos).
1988. Naguib Mahfouz (Egito).
1989. Camilo José Zela (Espanha).
1990. Octavio Paz (México).
1991. Nadine Gordimer (África do Sul).
1992. Derek Walcott (Santa Luzia).
1993. Toni Morrison (Estados Unidos).
1994. Kenzaburō Ōe (Japão).
1995. Seamus Heaney (Irlanda).
1996. Wisława Szymborska (Polônia).
1997. Dario Fo (Itália).
1998. José Saramago (Portugal).
1999. Günter Grass (Alemanha).
2000. Gao Xingjian (nascido na China, residente na França).
2001. V. Séc. Naipaul (nascido em Trinidad e Tobago, residente no Reino Unido).
2002. Imre Kertész (Hungria).
2003. J. M. Coetzee (África do Sul).
2004. Elfriede Jelinek (Áustria).
2005. Harold Pinter (Reino Unido).
2006. Orhan Pamuk (Turquia).
2007. Doris Lessing (Reino Unido).
2008. Jean-Marie Gustave Lhe Clézio (França).
2009. Herta Müller (Alemanha).
2010. Mario Vargas Llosa (Peru).
2011. Tomadas Tranströmer (Suécia).
2012. Mo Yan (China).
2013. Alice Munro (Canadá).
2014. Patrick Modiano (França).
2015. Svetlana Aleixievich (Bielorrússia).
2016. Bob Dylan (Estados Unidos).
2017. Kazuo Ishiguro (Reino Unido).



domingo, 8 de outubro de 2017

Kazuo Ishiguro / Vargas Llosa / Uma crítica de grande delicadeza

Kazuo Ishiguro
Poster de T.A.


PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA
Kazuo Ishiguro

Uma crítica de grande delicadeza

Mario Vargas Llosa, Nobel de Literatura em 2010, comenta a premiação a Kazuo Ishiguro em 2017



MARIO VARGAS LLOSA
5 OUT 2017 - 12:09 COT

Kazuo Ishiguro é um escritor magnífico, de clara raiz japonesa, ainda que perfeitamente integrado tanto na literatura inglesa como na sociedade britânica. Um exemplo perfeito dessa integração é Os Vestígios do Dia, romance no qual, com grande delicadeza, aborda os rituais da aristocracia britânica, vista com enorme sutileza e espírito crítico por um mordomo dotado de grande perspicácia. É uma delícia de novela, que introduz o leitor nesse mundo inglês com grande destreza narrativa.
É, sem dúvida, um prêmio melhor do que o dado no ano passado a Bob Dylan e valoriza um romancista de primeira linha na tarefa de renovação da literatura em língua inglesa, e sobretudo a britânica, abordada por excelentes narradores destas últimas décadas aos quais ele pertence em primeira linha.
EL PAÍS





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sábado, 7 de outubro de 2017

Kazuo Ishiguro / Prêmio Nobel de Literatura de 2017

Kazuo Ishiguro, Prêmio Nobel de Literatura de 2017

O escritor, nascido no Japão, é autor de romances como 'O que resta do dia'



EL PAÍS
Madri 5 OUT 2017 - 11:04 COT


O escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro foi anunciado nesta quinta-feira, dia 5 de outubro, o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2017. É o autor do romance Os vestígios do dia. Essa e outras obras dele, como Não me abandone jamais, foram adaptadas ao cinema. Sua última obra, de ficção, é O gigante enterrado. Sara Danius, secretaria da Academia Sueca, revelou o nome que receberá o prêmio das mãos do homenageado anterior, Bob Dylan. O músico foi o escolhido em 2016 “por ter criado uma nova expressão poética dentro da grande tradição americana da canção”.

Desde sua criação, em 1901, o Nobel de Literatura premiou 113 autores14 deles mulheres. Em quatro ocasiões, o prêmio foi compartilhado, a última em 1974. Em 2016, a escolha do músico Bob Dylan foi considerada polêmica. Até o último momento, havia a incerteza sobre o recebimento da homenagem e do prêmio em dinheiro do Nobel. Dylan acabou por enviar um discurso de agradecimento à Academia, o que lhe permitiu receber as 8 milhões de coroas suecas (cerca de 1 milhão de dólares, ou 3,15 milhões de reais). O também poeta não foi à cerimônia de entrega dos prêmios e em seu lugar enviou a artista Patti Smith. Posteriormente, em abril, Dylan participou de um ato privado em Estocolmo onde recebeu, quase quatro meses depois, o prêmio mais importante da literatura.

Nos últimos dias, casas de apostas como Ladbrokes revelaram os nomes dos favoritos para receber o Nobel deste ano. Autores como o queniano Ngugi Wa Thiong’o e o japonês Haruki Murakami foram as principais apostas para chegar à premiação mais importante das letras, mas não é a primeira vez que seus nomes aparecem entre os candidatos. A canadense Margaret Atwood, o poeta sul-coreano Ko Un e o chinês Yan Lianke também entraram nessa lista.


A prosa, com 76 representantes, é o gênero mais reconhecido pela Academia, que premiou 28 autores de língua inglesa, 14 da francesa, 13 do alemão e 11 do castelhano. O espanhol José Echegaray abriu em 1904 a lista de autores hispânicos, que inclui compatriotas como Jacinto Benavente, Juan Ramón Jiménez, Vicente Aleixandre e Camilo José Cela. Os chilenos Gabriela Mistral e Pablo Neruda, o guatemalteco Miguel Angel Asturias, o colombiano Gabriel García Márquez, o mexicano Octavio Paz e o peruano Mario Vargas Llosacompletam a lista de representantes da língua castelhana premiados com o Nobel de Literatura. O único representante da língua portuguesa é José Saramago, autor de Ensaio sobre a cegueira e O Evangelho segundo Jesus Cristo.
O prêmio é entregue em uma semana na qual já se anunciaram os vencedores de algumas das seis categorias do Nobel. O de Medicina foi dado aos descobridores do ‘relógio interno’ do corpo; o de Física, aos cientistas que trabalham no LIGO, o detector de ondas gravitacionais, e o Nobel de Química premiou um método para observar a vida privada das moléculas. Na quinta-feira será anunciado o Nobel da Paz, e na próxima segunda-feira o último e mais novo de todos, o de Economia.




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